domingo, 18 de janeiro de 2009

O caminho para o Heyzel e as refeições...




Bom, do local onde nos encontrávamos, poderiamos mais facilmente apanhar o "Tram", nome dado ao electrico que á semelhança do metro, é uma das maiores redes de transporte em Bruxelas.
Deixar-nos-ia teoricamente perto do Heyzel, a nossa meta.
Mas não...longe disso, ficava imensamente longe, obrigou-nos a percorrer um trajecto longo e demorado.
Fica aqui o registo do "Átomo" que se vislumbrava naquele que passou a ser um dos caminhos diários da nossa estadia em Bruxelas.


As refeições eram sempre passadas aqui, neste enorme pavilhão, que à semelhança de um outro, albergava os 40.000 jovens provenientes de todo o planeta que partilhavam da mesma comida.
Comida essa, simples, mas não má.
Ninguém passava fome, e havia sempre a possibilidade de saciarmos a nossa vontade de comer uma refeição normal em qualquer outro lado no exterior.


Aproveitávamos também para curar as feridas do frio, as tão indesejáveis frieiras causadoras daquela dormencia que resultava sempre em dor.
De seguida, fariamos uma nova caminhada, em direcção ao pavilhão onde se desenrolavam as orações de Taizé, pavilhão esse que se encontrava na outra extremidade do complexo conjunto de pavilhões.

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