segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

A passagem do ano...




No dia 31, para além do programa cumprido e dos passeios pela cidade, era tempo de festejar.
Festejar um ano que acabou e festejar também o inicio de um novo ano, de um novo ciclo...
Para tal, organizámo-nos com todos os outros jovens provenientes de toda a Europa e não só que se encontravam alojados perto de Saint Famille e realizámos uma vigília.
Passar o ano a cantar e rezar pela paz não era algo de novo para mim...


...o expoente da vigília, deu-se na altura em que o ponteiro dos segundos deu o ultimo "click" do tempo disponível para 2008... foi um momento de pura magia...todos nos levantámos num ápice, e começámos aos abraços a desejar um "Happy New Year" a todos os rostos que se deparavam perante o nosso olhar.


Seguidamente démos inicio à festa das nações, onde cada grupo proveniente de um determinado país teria que demonstrar algo da sua cultura aos demais.
Espanhóis, Belgas, Franceses, Romenos, Checos, Sérvios e até uma Chinesa assistiam com um sorriso no rosto à actuação dos Portugueses.
"Uma casa Portuguesa" foi o tema da música que escolhemos, e mesmo sem ensaios, e modéstia á parte, creio que fizemos uma boa exibição... :)

De louvar a participação da Luisa que optou por não esconder a sua nacionalidade e juntou-se ao grupo para a exibição... :)

domingo, 18 de janeiro de 2009

Voltas por Bruxelas...

Foram muitos os passeios que dei pelo centro desta fantástica cidade.
Não disponho de todas as fotos que gostaria, mas posso-vos assegurar que Bruxelas é de facto um local muito bonito.
Dispõe de ums história singular e única, bem de monumentos que nos fazem sonhar com tempos que nunca antes vivemos.


Esta foto foi tirada no "Mercado de Natal" de Bruxelas, acontecimento que acontece anualmente numa das praças do centro da cidade.
O gelo era tanto que estátuas de gelo se alinhavam neste local.
Aqui vendia-se um pouco da cultura belga, desde enchidos, passando pelo artesanato ou pelos crepes e goufres que me encheram os olhos e a barriga.

O Manneken pis, imagem lendária de Bruxelas e da Bélgica.
Reza a lenda que no meio de um enorme incendio no centro de Bruxelas, um garoto se lembrou de subir para um telhado e fazer uso da sua necessidade de urinar.
Com este gesto, apagou todo o incendio da cidade, tornando-se o herói da mesma :)


Após muitas horas de passeios, encontramos por fim caras conhecidas, que viajaram no mesmo Bus, decidimos então caminhar juntos o resto da tarde, onde comprámos os souvenirs para a familia, provámos os tão famosos chocolates belgas e visitámos um pouco mais da cidade. Resolvemos tirar esta foto junto de um dos muitos homens estátua que animam as ruas de Bruxelas. :)

Oração em Saint Famille



Todas as manhãs, pelas 8:30, após o pequeno almoço, dirigiamo-nos para Saint Famille, o local onde se desenrolavam as orações da manhã.
Como contei, Saint Famille fica exactamente na outra ponta da cidade de Bruxelas.
O caminho até lá seria longo, não fosse a generosidade do Frank que cansado do trabalho, nos levava diariamente lá no seu próprio carro.
As orações de Taizé, requerem instrumentos musicais e alguma voz excepcional que se voluntarize a cantar solos.
Foi com muita alegria que constatei que as unicas pessoas que tocavam ou cantavam solos pertenciam ao meu grupo :)
O luis na guitarra e a Ausenda com a sua voz celestial ficaram encarregues de tornar mágicos os momentos de oração.

O Frio...




Era muito o frio que se fazia sentir. Os lagos encontravam-se congelados, bem como o chão...os carros...o nosso corpo...


Tudo tinha uma camada de gelo por cima.


Interrogáva-me como seria possível eu conseguir viver num local com temperaturas assim
Admirava-me ao ver a população "quase sem roupa no corpo". Gelo...Gelo...e mais gelo.

O Breakfast...


O pequeno almoço era tomado "em familia" com o Frank em sua casa.
A hora em que acordávamos coincidia com a hora em que o Frank chegava a casa.
Ele é enfermeiro e faz banco durante a semana no hospital central de Bruxelas, por isso, esta era a oportunidade que tinhamos de o conhecer um pouco melhor.
Era ele que fazia questão de nos preparar o pequeno almoço, com tudo aquilo que não estamos habituados a comer logo pela fresquinha.
Ao mesmo tempo que nos deleitávamos com aqueles crepes quentinhos com chocolate ou doce de framboesa, o Frank colocava musica ambiente que fazia as delicias dos nossos ouvidos.

(Fica aqui o registo de um dos multiplos cds de musica que ouviamos ao pequeno almoço. )

E ao mesmo tempo conversávamos sobre tudo e mais alguma coisa, estreitávamos laços com o tempo...

As orações...



Todos os dias, à excepção do dia 1 de Janeiro, nos dirigiamos para este local depois de cada refeição. Era este o espaço cedido para a realização das orações.
Para quem conhece bem a comunidade de Taizé e as orações que aí se desenrolam não fica indiferente ás diferenças.
Os cânticos, belos como sempre eram pouco audíveis devido ao barulho das pessoas que conversavam como se num bar estivessem.
Fiquei decepcionado por aquilo que esperava ver e sentir neste espaço, por aquilo que não chegou a acontecer.

Houve algo que me alegrou.
No meio de determinados cânticos ouvia-se uma voz a solo bem portuguesa, a do Gonçalo, que sozinho, decidiu embarcar num avião e oferecer a sua voz para bem da causa.
Muito me alegrou que nos tivessemos encontrado la e dado aquele abraço.

"Ledere nacht verlang ik naar u, o God, ik hunker naar u met heel mijn ziel.
Ledere nacht verlang ik naar u, o God, ik hunker naar u met heel mijn ziel."

E esta foi a letra escolhida para o cântico novo que lembrará na história a presença de Taizé nesta cidade.
Um cântico belo que muito me diz. :)

O caminho para o Heyzel e as refeições...




Bom, do local onde nos encontrávamos, poderiamos mais facilmente apanhar o "Tram", nome dado ao electrico que á semelhança do metro, é uma das maiores redes de transporte em Bruxelas.
Deixar-nos-ia teoricamente perto do Heyzel, a nossa meta.
Mas não...longe disso, ficava imensamente longe, obrigou-nos a percorrer um trajecto longo e demorado.
Fica aqui o registo do "Átomo" que se vislumbrava naquele que passou a ser um dos caminhos diários da nossa estadia em Bruxelas.


As refeições eram sempre passadas aqui, neste enorme pavilhão, que à semelhança de um outro, albergava os 40.000 jovens provenientes de todo o planeta que partilhavam da mesma comida.
Comida essa, simples, mas não má.
Ninguém passava fome, e havia sempre a possibilidade de saciarmos a nossa vontade de comer uma refeição normal em qualquer outro lado no exterior.


Aproveitávamos também para curar as feridas do frio, as tão indesejáveis frieiras causadoras daquela dormencia que resultava sempre em dor.
De seguida, fariamos uma nova caminhada, em direcção ao pavilhão onde se desenrolavam as orações de Taizé, pavilhão esse que se encontrava na outra extremidade do complexo conjunto de pavilhões.

Por fim em "Casa"...



Após o descanço necessário, percorremos os 5 minutos a pé desde a casa da Luisa e fomos novamente para Saint Famille, ansiosos para que nos dessem as indicações necessárias para nos vermos finalmente num poiso estável, local onde ficariamos a residir por uma semana.
Iriamos ficar alojados num local muito longe do sitio onde nos encontrávamos, o que causou em nós uma verdadeira sensação de pânico, só de pensar no peso das mochilas e no tempo que demorariamos a chegar...
Mas porque existem boas pessoas, logo se prontificou alguém a dar-nos boleia no seu carro, e então partimos mais uma vez...rumo ao incerto.

Chegámos por fim a casa...áquela que iria ser a nossa casa por alguns dias.
Para ser sincero, nesta fase já não me admirava de todas as coisas mais surreias que pudessem acontecer. Vimo-nos perante um enorme portão verde, que abria automaticamente.
Ao entrar, deparei-me com um enorme cão que veio a correr na minha direcção...pânico...
...mas não, ele era um grande brincalhão que fez questão de me babar de uma ponta á outra do meu corpo.
Após "tamanha" recepção, conhecemos por fim o Frank, o detentor de uma das mais belas mansões que os meus olhos já tiveram oportunidade de vislumbrar.
Mostrou-nos os quartos disponiveis e deu ordem para que nos instalássemos.
Não nos apresentámos decentemente, visto que ele estava já atrasado para o trabalho.
Deu tempo para tomar "aquele banho", para me vestir com as várias camadas de roupa possíveis de forma a enfrentar os vários graus negativos que se faziam sentir na rua...e mais uma vez...partir, rumo ao Heyzel, onde se faria a distribuição das refeições e onde ficariamos para a oração com Cânticos de Taizé.

Bairro Europeu - Luisa


Quando chegámos a Saint Famille, exaustos e famintos, foram-nos gentilmente cedidos alguns biscoitos e um chá quentinho que vinha mesmo a calhar.
Após alguns minutos, dirigiu-se a nós uma senhora que falando português se apresentou como responsável da equipa de acolhimento de Saint Famille.
Todos nós ficámos admirados por encontrarmos á nossa frente uma pessoa portuguesa, a Luisa.
Ficou muito contente por poder finalmente falar em português com outras pessoas; contou-nos um pouco da sua história, da história daquele Bairro e da razão que a fez mudar de Lisboa para Bruxelas. Ficámos todos de boca aberta.
A Luisa, que nos pediu que retirássemos o Sra. ou Dona antes do nome é a secretária pessoal do Sr. Presidente Durão Barroso. Falou-nos um pouco da sua vida, e da forma como decidiu partir para Bruxelas. Falou-nos também da impossibilidade do "Sr. Presidente" participar no encontro e mostrou-se absolutamente disponivel para ela propria executar um acolhimento à portuguesa; para tal, "obrigou-nos" a ir a sua casa, onde poderíamos comer uma refeição a sério e descansar até ás duas da tarde, hora a que nos encontrariamos de novo em Saint Famille onde nos dariam as indicações necessárias para os locais de alojamento durante a semana.
Por cansaço quer fisico quer psicológico, esqueci-me de registar fotograficamente as imagens deste espaço que nos fez passar momentos de grande alegria.
A começar pelo Apolo...trata-se de um cão, um boxer que faz parte da familia da Luisa há imensos anos, é um cão bastante diferente dos demais, a começar pelos problemas intestinais de que sofre...bastante audiveis. :)
Comemos e dormimos o suficiente para ganhar forças para mais uma aventura... a do alojamento.

Mas antes disso, lembro-me que a Luisa nos falou um pouco de Roodebeek; trata-se de um "bairro europeu" onde residem os "grandes senhores" que gerem a europa; um bairro multi-cultural onde se cruzam pessoas de várias nacionalidades.
Gostei principalmente da verdadeira sintonia entre a parte habitacional e espaços verdes deste bairro. Muito bonito mesmo.

RoodebeeK - Saint Famille



Na escola, foram-nos entregues mapas e indicações relativas ao ponto, onde nos fariam o acolhimento local, era altura agora de nos separarmos de todas as outras pessoas que partilharam conosco a viagem desde Portugal...despedimo-nos e partimos.
Após percorrermos a distância entre a escola e a estação de metro, entrámos por fim neste meio de transporte, que na minha opinião é bastante diferente dos metros que conheço de Portugal e de outros países Europeus. (Todas as escadas rolantes de acesso às várias estações de metro na cidade de Bruxelas, estão providas de um sistema de sensores que lhes permite a eles (belgas) poupar imensa energia, entram em funcionamento somente quando existem pessoas que pretendem usar as escadas; por outro lado, de todas as vezes que andei de metro em Bruxelas, fui "sacudido" por grandes travagens que se faziam inesperadamente.)
Após cerca de 30 minutos, chegámos por fim à estação de Roodebeek, esperáva-nos ainda uma longa caminhada pela frente, tinhamos agora pela frente e como meta, a Paróquia de Saint Famille.
O percurso foi horrivel de percorrer, não pelo mau pavimento, mas pelo frio que se fazia sentir, pela distância e especialmente pelo peso que todos nós suportávamos ás costas.
Após cerca de meia hora, chegámos por fim a Saint Famille, onde nos esperava uma pequena mas calorosa equipa de pessoas já com alguma idade que se disponibilizaram a acolher-nos.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Por fim Bruxelas...


Ao fim de uma eternidade, chegámos por fim à escola que nos deram como referência como sendo o local do acolhimento para os Portugueses.
Foi para mim uma alegria imensa poder ser o primeiro a saír daquele autocarro e dar-me de caras com caras tão conhecidas de Taizé...amigos que se fazem bem longe de casa, e se reencontram também longe de casa.
Era agora altura de nos dividirmos em pequenos grupos, e irmos em direcção aos locais de acolhimento local, onde nos dariam indicações de sitios onde pudessemos ficar alojados durante a semana.

Este foi o grupo que criámos :)
(Gonçalo, Ausenda, Luis, o Serrano, a minha pessoa e a Tania)

Paris








Eis-nos finalmente em Paris, na tão famosa cidade luz, onde pudémos disfrutar do terrivel frio que se faz sentir por estes dias naquelas bandas...
Louvre foi o alvo escolhido por mim e por mais algumas pessoas.
Era agora altura de poder ver de perto aquele tão afamado museu, onde se desenrolam todas as cenas de todos os livros que li sobre a matéria...
A catedral de Notre Damme foi o alvo seguinte; entrámos a meio de uma missa, onde se podia ouvir um coro celestial...inesquecível.
Também a Ópera...
Acabámos a noite num barzinho nos Champs Elisés...

Esperáva-nos ainda uma viagem pela frente...Bruxelas era o destino...

Em viagem...





Et voilá...lá estavamos nós, no nosso querido Bus, com malta de todas as idades e cuja maioria não conheciamos de lado nenhum...
Muitos apanhados a dormir, sim, porque uma viagem que demora dois dias obriga a fazer uma sesta de vez em quando :)

A viagem...


Corria o mês de Agosto, nessa altura encontrava-me com a Tania em Taizé, para mais uma viagem, desta feita, ao coração de nós mesmos.
No regresso penoso de mais uma volta de Taizé, pediam-nos amavelmente que publicitássemos em Portugal o 31º Encontro Europeu de Jovens organizado pela comunidade de Taizé, a ter lugar entre os dias 29 de Dezembro e 2 de Janeiro do corrente ano.
Ofereceram-nos uns posters alusivos ao encontro, e pediam-nos que os fizessemos chegar a quem estivesse interessado.
Passados poucos dias, já em Portugal, vimo-nos confrontados com a vontade de participar neste encontro, e mais...levar outras pessoas a participar nele.
Como seria isso possível? Bem, somente com uma daquelas loucuras que me caracterizam...pensei em alugar um Bus onde coubessem todos aqueles que quizessem fazer parte de tal loucura e partir rumo a Bruxelas.
Mas as coisas não são assim tão fáceis...tanto melhor, mais vontade me dão. :)

E então era altura de publicitar a nossa vontade; para o efeito, puxámos pela imaginação, criámos um blog (encontroeuropeubruxelas.blogspot.com), criámos também um itinerário de viagem (Lisboa - Paris - Bruxelas), reservámos um autocarro, definimos um preço de viagem e começámos a aceitar inscrições.
As pessoas tardavam a vir, e a nossa tristeza aumentava dia após dia, mas porque acreditamos que tudo é possível, não desistimos...e as inscrições foram chegando, umas atrás das outras.
Era com uma alegria imensa que nos viamos envolvidos neste jogo das inscrições como uma adrenalina que não pára de crescer.
E chegou por fim a data limite de inscrição, estava definida a "tripulação".

Bom, mas nem tudo é um mar de rosas, na altura em que decidi embarcar nesta aventura, não tinha ainda definida a minha disponibilidade em poder participar na viagem. Iria a Tania estabeceler toda a responsabilidade em viagem, eu ficaria somente a organizar a logistica e a torcer para que a viagem corresse bem.
Não me atreveria a pedir férias no local onde trabalho, visto que tinha entrado á tão pouco tempo neste novo trabalho.
Bom, é nestes momentos que me apetece dizer que tenho sorte.
Trabalho num local muito diferente da aberração que me retirou os ultimos 4 anos de existência.
Trabalho numa loja de animais exóticos, um trabalho bem diferente do que estava habituado, onde trabalha também uma outra pessoa que ama o que faz, e isso é a alavanca necessária para levantar a moral ou motivação de qualquer funcionário.
Perguntou-me se estaria interessado em passar a semana de ano novo de férias.
Bom, so me restava rir e abraçá-lo, mas como ainda me consigo controlar o Q.B. optei por fazer o mesmo sorriso estupido de sempre e dizer que até calhava bem, visto que tinha em vista poder passar aqueles dias em Bruxelas.
O que se passou a seguir comigo, guardo para mim prórpio :)

Vamos então ás fotos da viagem ;)

Bruxelas

Sim, a imprevisibilidade move montanhas, e por esse motivo parti de novo, desta feita, rumo a Bruxelas, rumo ao 31º Encontro de jovens, organizado pela comunidade de Taizé.
O frio era muito, mas a magia inerente a um novo espaço, a paisagens desconhecidas para nós, fazem-nos esquecer todo aquele gelo.
Do encontro, ficam as memórias que nos aquecem por dentro quando nos lembramos delas.
Acolhimento...foi para mim a palavra que resumi desta minha experiência.
Quando viajo, abstraio-me de quem sou, renovo-me...é dificil explicar; tudo é novo, tudo parece magia, gosto disso...
Passei a semana hospedado em casa do Frank, uma pessoa igual a tantos milhares de outras.
Aluga quartos para estudantes de Erasmus, cria relações com eles, é uma pessoa que ostenta uma riqueza interior indescritivel, facto que contradiz em muito a sua condição social.
Indiscutivelmente deslumbrante a sua casa, indiscutivelmente excepcionais as conversas que mantivemos numa noite até amanhecer.
De enfermeiro, passando por educador de infancia, psicologo e agora psiquiatra, revela uma formação exemplar que inveja quanquer amante da arte do saber.
Mas não o faz para se vangloriar, ou para ostentar o que quer que seja; ele ama realmente o que faz, e toda esta experiencia é necessária para que se sinta realizado.
Mandou-me um mail recentemente para saber como estão os animais do local onde trabalho a suportar o frio.
É um tipo excepcional que o acaso se prontificou a colocar no meu caminho.
Um amigo que fica.

A seu tempo colocarei as fotos e escreverei de forma mais pormenorizada cada passo desta viagem, uma viagem que me encheu de vontade de continuar a caminhar...para onde?
Bom, como dizia alguém...para a frente é que se vai...pois bem, é por aí que continuarei a ir...